
Do pó e do nada
que somos
renasce o verde
a esperança
Renascemos diariamente
do pó e do nada que somos
daquilo que o vento varre
daquilo que o vento junta
somos folha somos arvore
estátua fria e inerte
somos verde somos Sol
natureza viva paixão
somos artista e arte
nascidos do muito e do nada
criadores de telas de poemas
de melodias e sonhos
Somos seres perfeitamente
imperfeitos
somos...
amantes amor carinho amigos
dedicação
somos tudo e nada
o que o vento varre o que o vento junta
somos tudo o que a chuva humedece
e o calor faz germinar
Somos sentimento e carne
fusão desejo e ternura
corpos suados pela madrugada...
5 comentários:
o que o vento varre
varre para onde?
Adorei
Gostei muito de conhecer este maltez!
Há ainda malteses que fazem parte da herança do meu imaginário. Porém, agora, com outra roupagem...
A tua imagem de marca será sempre esta velha "máxima" que contigo aprendi :))))
"Somos seres perfeitamente imperfeitos"
Adoro ler-te :)
Ana Mascarenhas
Verdadeiramente belo este poema, deixas-me sem palavras Maltês.
Jinhos Tovarich
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