terça-feira, outubro 25, 2005

Renascer

Com a chuva
volta o cheiro da terra
molhada
o verde das searas
e os campos floridos.

Tu plantarás sonhos
em todas as Primaveras...

8 comentários:

Anónimo disse...

O que você escreve é péssimo. Brutalmente infantil. Nem os poeminhas ridículos da 4ª classe. Lamento

maltes disse...

anónimus, se pensa que me chateia opiniões como a sua está enganado, essa é a sua opinião, respeito-a, felizmente as pessoas são livres. Pode comentar sem anonimato, não lhe vou enviar mails a ofender ou algo que o valha.

Anónimo disse...

O senhor "maltês" tem cá uma lata!! Então Vª Exª não é anónimo???? Se não é, quem é afinal?

pedra disse...

Em vez de suavidade e gentileza, acidez e grosseria. Tem de ser assim porquê? Não gostar de um poema ou do que quer que seja, não me dá o direito de ser agressivo mesmo dizendo que não gosto. Espalhar sorrisos e gentilezas é de longe mais produtivo que limões e cacetes.

pedra disse...

Maltês, continua a escrever se te apetecer e é bom não esquecer que "os poemas ridículos da 4ª classe" eram lindíssimos naqueles tempos. Quem não é capaz de entender isto é porque está de mal com a vida e consigo próprio.

becas disse...

apesar de só agora ter visto este blog, apoio a opinião do "pedra" a 100 %. Num mundo de loucos como o nosso, a beleza deve prevalecer sobre a CRUELDADE, se o sr. anónimo não está resolvido com a sua própria vida, pelo menos, tenha a delicadeza de não dizer mal dos outros

Ana Mascarenhas disse...

Sabes aquele Poema intitulado "Cartas de Amor" de Pessoa?

É assim:

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)


Fernando Pessoa começa dizendo que as cartas de amor são ridículas, só o facto de serem cartas de amor é ridículo, mas, no fundo, ridículo é quem nunca escreveu cartas de amor, quem nunca amou... ridiculamente.

Assim, resumo igualmente que ridículo é quem nunca escreveu com alma pura... e tu meu amigo és a pureza em vias de extinção, por isso continua a ser o que de melhor tens e nos dás :)))) Gosto-te :)))

Natália disse...

Andei lendo o (anônimo)...
agrada-nos a franqueza dos que nos apreciam. A franqueza dos outros, chamamos insolência...
Mais...
A ignorância é a maior enfermidade do gênero humano.
Anjo meu... Cresça sempre mais ensima "deles"
amaratedoer... sempre!!!