Chovem sonhos na madrugada
O Sol desperta o silêncio
Lentamente
Bandos de aves soltam as asas
Entornando cantes sobre a aurora
Suavemente
Correm rios num leito fumegante
Malmequeres desabrocham pétalas
Enternecidas
Papoilas lançam sorrisos
Aos viajantes do tempo
Apaixonados
Corações palpitam a hora
A que as fontes soltam seus fios de água
Lisboa - claustros da Sé
Há 11 horas


2 comentários:
Já tardavas, Maltez. Ainda bem que voltaste e logo com um poema muito bonito. Um Ano Novo com tudo o que queiras de melhor para ti e os teus.
Perfeito.
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